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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Férias, mais uma!!!

Agora é só alegria!

Dois semestres ininterruptos não é moleza.
No Brasil estamos acostumados com os bons recessos, porém aqui a vida acadêmica acontece
de forma diferente.
Mas vale a pena, pois as "férias europeias de verão"  tem muito a oferecer.
Vamos arrumar as malas, que a festa está só começando...

Rio, praia, arborismo, churrasco, encontros, rodízios, cinema, shopping, jogos, leituras, e tantas outras atrações. E o que é ainda melhor: na companhia de bons amigos...

É bom, pois ajuda a diminuir a saudade de casa, e dos amigos da Terra brasilis.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Queima das Fitas

Uma das festas mais lindas do mundo. Na Queima das Fitas encontramos uma mistura de satisfação, alegria e euforia.


Os estudantes do último ano, de todos os cursos, reúnem-se em carros alegóricos num longo e extrovertido desfile por entre as ruas coimbrenses, desde a Praça D. Diniz (na Universidade) até à beira do rio Mondego.

A única fantasia ( somente em nossa ótica) e o próprio uniforme, o traje acadêmico. Bebidas são distribuídas gratuitamente pelos próprios universitários em seus respectivos carros de curso. Enquanto isso, os familiares e amigos distribuem-se nas calçadas, acenando alegremente ao encontrar os seus respectivos "formandos"

Valeu a pena participar dessa tão grande festa. Passei apenas alguns minutos, pois havia uma grande multidão, tanto quanto nos carnavais brasileiros. Porém , com uma grande diferença, sem desordem e violência.

E uma outra curiosidade é que tudo acontece sem nenhuma música. Nada de carros de som, bandas ou trio elétrico; apenas os gritos de euforia dos colegas que concluem sua jornada universitária, ou não!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Disciplinas do 2º semestre

Biologia Molecular: essa é uma das minhas preferidas. Já fiz Genética Geral /Bioquímica no Brasil, vendo muitos conteúdos (como replicação, tradução, transcrição), mas aqui é bem mais aprofundado. O fato de ser muito assunto complica, pois só temos uma prova ao fim do semestre, com todo o assunto. Essa cadeira só tem aulas teóricas.





Desenvolvimento de Plantas: é equivalente a nossa Sistemática de Fanerógamas. Muito conteúdo (vocês sabem que eu não gosto de estudar plantas), mas a disciplina é legal. O professor é bom, sabe muito! Há aulas práticas: com observações anatômicas e de cortes histológicos das mais variadas espécies. Pra passar, tem que decorar muitaaaaa coisa (por isso que não gosto). Estudamos a diferenciação e o desenvolvimento das plantas, mais especificamente angiospermas e gimnospermas. A taxonomia e sistemática aqui, são vistas em outra disciplina.



Fisiologia Vegetal: de novo plantas. Tenho que pagar logo as duas juntas. E outra, é o mesmo professor. Ainda bem que ele é bom, hein? Essa já é mais legal, pois não é só pra ficar decorando aquelas chatices. Aqui são mais processos, até que estou gostando. Mais difícil claro, mas legal. Temos aulas práticas, que são muito boas, e complicadas também (os experimentos). A professora das aulas práticas é muito legal e domina muito bem o conteúdo.


Evolução: pensei que ia gostar mais. Tô achando monótona. E outra, um bocado de coisas pra decorar. No semestre passado tive Zoologia, e na parte de vertebrados, o professor passou o conteúdo numa visão/temática evolucionista. Isso ajudou bastante, pois nas aulas atuais usamos sempre o conteúdo de Zoologia, e como eu havia decorado muitas coisas, agora é só revisar. Ah, mas nem tudo é ruim: há as partes polêmicas da aula e também fala-se muito de dinossauros (ou dinossáurios, como se diz aqui), e me apetece muito.


Avaliação Educacional: tema fantástico. Sempre digo aos meus colegas de licenciatura que o maior desafio da educação é a AVALIAÇÃO, na minha opinião. Na minha universidade brasileira não tenho uma disciplina só pra isso, por isso estou aproveitando aqui. Porém, detesto disciplinas pedagógicas, então o assunto é bom; mas a aula não me instiga. Mas dá pra ir. E vem aquela pergunta: como é que uma pessoa que está fazendo licenciatura não gosta de pedagogia? Vá se lá saber...eu não gosto! Aprendi isso na prática e aprenderei muito mais ainda! Faço-me entender, se calhar? Talvez se tirar o "h" da palavra. Meus colegas, que aqui estudam, entenderão!


Fisiologia Animal: quem colocou o nome dessa disciplina considera o homem um animal mesmo. Pois tudo, repito, TUDO, é baseado na fisiologia humana(entenderam a figura?). Não se citam animais, quer dizer, cita-se, aqui ou ali. Eu pensei que seria uma fisiologia comparada...e é, compara-se a fisiologia humana, com o homem (risos). Mas é uma cadeira muito boa, espetacular. Eu gosto muito, não se exige decorebas, mas reciocínio. O docente é bastante competente e aulas práticas longas e bem elaboradas.





Limnologia: não esperava fazer essa disciplina. É optativa na UFRPE. Estou gostando. É fácil (muitas coisas já vi no curso técnico de Química Industrial e em outras disciplinas como Ecologia e Sist. de Criptógamas). Temos aulas práticas, que são bem elaboradas e legais. Só uma coisa é chata: a docente é especialista em algas, e sempre puxa a sardinha para esse lado...já não suporto macrófita, clorófita, dinoflagelado...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

MINIteste ou ENEM?

Estudar e estudar. Um verbo querido por uns, odiado por outros. E para alguns, esse já não existe mais no vocabulário, ou na vida, pra ser mais direto. Eu gosto muito de estudar, mas tudo seria perfeito se não exitissem as temidas PROVAS.

O dicionário Aurélio diz que prova é aquilo que demonstra a veracidade de uma proposição, ou fato; no sentido figurado é desgosto, dor, desgraça. Já a palavra teste é designada como sendo uma prova que permite avaliar as aptidões ou personalidade de um indivíduo. Por mais que se tirem os mitos, ninguém gosta de prova. Embora elas seja úteis, haja vista que, a enorme maioria das pessoas só "estuda" realmente quando às vésperas da época de exame. A maior prova disso é quando um professor, em sala de aula, pergunta algo relacionado a um conteúdo dado nos dias anteriores. Resultado: silêncio mortal. Ou ainda podemos apontar o fato de muitos alunos estarem com livros e rascunhos em mãos, minutos antes de fazerem uma prova.

Por mais que se diga " eu estudei", "eu sei isso", "já vi esse asunto", sempre bate uma leve amnésia, ou uma confusão de conceitos. E às vezes, aquilo que parecia uma simples questão, contribui para uma nota final nada agrádavel.

Por esses dias, fiz uma prova, chamada de miniteste, que leva esse nome por exigir apenas uma pequena (isso não é verdade) parte do conteúdo. E de "mini", só tinha o prefixo. O bloco de folhas me lembrou o ENEM, outro grandioso exemplo de prova, que com sua marcante teoria de não exigir do aluno decorebas, leva-nos ao cansaço e à triste e unânime reação : deixar inúmeras questões em branco. A prova tinha tantas folhas, que se juntassémos as de todos os alunos, daria para montar uma editora, pois só de papel o estoque ficaria entupido. E ao começar a fazer as questões, deparamos-nos com uma que não lembramos, outra que esquecemos, uma outra que não estudamos (porque pensamos que não será exigida, ou porque não queremos estudar mesmo), e daí em diante a breve ilusão de uma nota máxima carimbada na primeira folha, vai se esvaindo...

Pois é, tantas questões aumenta, ou diminui a probabilidade de se tirar uma alta nota? Fica a pergunta, para os caros colegas, que compartilham da eletrizante vida acadêmica.

Até mais!